Uma ferramenta imprescindível na gestão das finanças pessoais é o orçamento, pois através dele permite conhecer de onde o dinheiro vem e para onde ele vai. Sendo assim, é importantíssimo colocar no papel ou numa planilha eletrônica todas as receitas e gastos.
Com esse orçamento entenderemos melhor como estamos gastando o dinheiro, aonde fazer os cortes e o que fazer com o dinheiro que sobra.
E o quanto sobra é o “segredo da riqueza”, daí a necessidade de saber gastar o dinheiro. E para isso é preciso usar a razão nas horas das compras, não comprar por impulso. É preciso avaliar se o gasto é uma necessidade ou desejo, e se for um desejo, perguntar se tenho dinheiro suficiente e se posso gastar no momento este dinheiro para satisfação do desejo. O objetivo não é cortar as verbas destinadas ao prazer de viver, mas sim gastar o dinheiro de forma planejada, é entender o que é importante gastar hoje e o que pode ser adiado.
Não podemos deixar de falar também sobre poupança e os investimos. Poupar é indispensável, pois não adianta ganhar rios de dinheiro e não conservar nenhum, é preciso pegar o gosto por poupar e investir.
Investir é multiplicar o dinheiro, é comprar barato e vender caro, revender com lucros e repetir continuamente esse processo. E o que não faltam são alternativas de investimentos, como: Caderneta de Poupança, Títulos Públicos, CDBs, Debênture, Letras Hipotecárias, Ouro, Fundo de Renda Fixa, Ações, Previdência Privada, Imóveis, Compra e venda etc.
Enfim, precisamos criar o hábito e ter disciplina de administrar as finanças pessoais, gastar menos do que se ganha e investir com qualidade, tendo metas/motivação e seguindo um projeto pessoal de vida.
Escrito por: Wander Batista
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